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Entrevista Raick Tavares


Oiii Pessoal, tudo bem??
Hoje trago uma entrevista com nosso autor parceiro Raick Tavares. Raick Tavares nasceu em João Pinheiro – MG em 92. Radialista a mais de dez anos, palestrante e escritor de drama. Autor de mais três romances e dos contos: “DOIS” disponível para leitura no Sweek Brasil e de “UM SER SÓ”. Atualmente mora em Paracatu com sua esposa Suuh.

Você nos disse que começou a escrever aos 13 anos. Nessa época, você já se via um escritor ou, somente após o primeiro livro publicado, disse para si mesmo: “agora sou escritor de verdade”?
Até hoje tenho essa dúvida. rs. Na verdade, eu penso que um escritor se faz com o tempo. A cada dia me descubro mais, melhorando meu estilo de contar histórias, que na época da escola era muito ingênuo. Comecei com poeminhas bonitinhos, até rascunhar as primeiras histórias. Meu primeiro romance mesmo, eu escrevi apenas pelo instinto, sem saber nada sobre escrita criativa ou o que era uma escaleta. Hoje me sinto mais seguro para escrever e trabalho constantemente.
Você trabalha há vários anos no rádio. Sua profissão lhe proporciona um conforto para escrever?
Atualmente sim. Como eu tenho um programa que está no ar das 21:30 às 12:00, de terça a sexta, eu tenho um bom tempo livre para escrever no período do dia e trabalhar nos projetos.
Além de ser escritor, radialista, você também é palestrante. Como surgiu essa aptidão? Fale um pouco sobre sua palestra “Ler e escrever. Pra quê?”.
Eu nunca fui bom para falar em público, mas o rádio me ajudou muito a superar a timidez dos tempos de escola. Hoje, quando chego a um lugar novo, quero conhecer histórias e saber mais sobre os que estão ao meu lado. As palestras começaram por convites de professores e alguns amigos em comunidades. Em 2016, a palestra “Ler e escrever. Pra quê? ”, participou de um edital para a feira de Brasília e tive a hora de ministrá-la para vários alunos do ensino médio. Esse ano, estou aberto a parcerias para eventos literários, escolas públicas e particulares. A palestra não tem nenhum ônus, se o local for distante, peço apenas as passagens e um local, caso precise ficar.
O próximo livro, será seu segundo romance, lançado agora por uma editora do meio tradicional. Qual é a sensação de saber que terá uma obra exposta em uma livraria?
Eu estou muito ansioso. Só de pensar que outras pessoas poderão ler o meu livro e vê-lo em vitrines, sinto que o dever está cumprido... O romance, que será lançado pela editora Alicanto, terá o nome escolhido pelo público por uma enquete nas redes sociais. Por que deixar essa escolha nas mãos dos leitores? Essa será uma ação que acredito trazer mais proximidade do público. Porque é o que eu como autor, busco sempre. Será fantástico ler os comentários e ver sua repercussão.
Raick, obrigado pela entrevista. Onde nossos leitores podem acompanhar seus trabalhos?
Obrigado pela oportunidade de falar sobre o meu trabalho. Podem seguir minhas redes sociais. Sempre posto textos nas minhas páginas: FacebookTwitterInstagramSweekMeus contos estão de graça para leitura no AQUI. Passa lá e dê uma olhadinha no conto “Dois”, que está participando do concurso Orgulho de Ser.
Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais do nosso autor parceiros.
Bjus, até a próxima
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Entrevista Anne Holt Muller


Autora da Trilogia Verflucht, com os já lançados Areia Movediça e Ponto Cego e para finalizar a série com Ponto de Ruptura, lançamento previsto para o dia 21 de Abril, hoje trago para vocês uma entrevista com Anne Holt Muller.

Para mim, como muitos já viram as resenhas de Areia Movediça e Ponto Cego, é uma das melhores trilogias lançadas de todos os tempos e aguardo ansiosa pelo desfecho da série.

Bom Anne Holt Muller nasceu em 18 de setembro de 1999, neta de imigrantes italianos, e cresceu no Espírito Santo. Ela escreveu seu primeiro romance aos doze anos e publicou-o pela Amazon após reescrevê-lo, quatro anos depois, em 2016, e escreveu mais dois livros, que compõem a Trilogia Verflucht, entre vários outros títulos.

A seguir a entrevista:



Gostaria que constasse para o leitor o porquê de usar um pseudônimo.
Quando pensei em um nome legal, não gostei muito da ideia de que fosse o meu. Anne é por causa de Anne Frank, um dos meus livros biográficos favoritos, e o Holt foi de uma atriz que estava em uma série que eu gosto. O Muller foi adicionado depois porque existe uma autora norueguesa chamada Anne Holt. A maioria dos meus amigos e parte da minha família não sabe que escrevo, assim é possível manter tudo separado.
Como começou a escrever, com qual idade, fala sua trajetória para gente.
Eu comecei escrever aos doze anos (nada que valesse a pena ser lido). Quando tinha dez, minha mãe viajou por uma semana para a cidade natal dela, em Minas, e me deixou com uma madrinha. Não tinha nada para fazer lá, eu estava de férias, então uma das filhas dela falou “ah, tenho muitos livros, não tem nada melhor para passar o tempo.” Assim foi. Meu primeiro livro se chamava Proibido Tirar Notas Baixas e nunca mais parei.
Eu considero a trilogia Verflucht o pontapé inicial para sua carreira, sou suspeita porque amo, como começou a escrevê-la.
Depois de desenvolver o amor pela leitura, comecei a pensar em como seria criar meus próprios personagens também. Escrevi Amaldiçoados com doze, Predestinados com treze, mas não gostei muito, assim apaguei tudo (cerca de 400 páginas cada um) e comecei de novo. Acabou que a trilogia se transformou em seis livros e três contos, com um Spin-off agora.
Como pensa em seus personagens??
Deitada na minha cama à noite. Estou constantemente gravando meus pensamentos, qualquer ideia que eu tenha, e no dia seguinte eu escuto. Às vezes descarto algumas coisas, uso outras. Às vezes tenho ideias em algumas situações cotidianas para uma cena e estou sempre com meu telefone, gravando para não me esquecer, assim eles vão se formando na minha cabeça, cada um com seus pensamentos, opiniões e personalidades. Invadindo minha vida.
Você escreve vários livros ao mesmo tempo, tem bastante criatividade, como consegue, você mistura as histórias.
No momento estou escrevendo 4 (só). Desde cedo estou acostumada a fazer várias de coisas ao mesmo tempo, apesar de ter dislexia fui me adaptando ao mundo fantástico e imaginário. Ainda não aconteceu de misturar as histórias, mas é normal que eu esteja trabalhando em um livro hoje e amanhã esteja em outro, tudo vai depender do meu humor e das ideias que estou tendo para continuar desenvolver aquela história. Tudo funciona em harmonia tanto comigo mesmo quanto em relação ao ambiente a minha volta. Ontem eu estava escrevendo Ponto de Ruptura, morte e sangue, e hoje estou completamente em Minta Por Minta, um livro bem romântico.
Atualmente, você é minha autora preferida, e tenho que ler mais livros seus, tem mais projetos para frente? Quais livros está escrevendo agora?
Estou lisonjeada. Sempre tem muita coisa na minha cabeça que eu gostaria de ser mais rápida para colocar em papel. Agora estou terminando Minta Por Mim e Ponto de Ruptura, ambos sairão em abril e o primeiro decidi postar no wattpad, não conhecia muito bem a plataforma até então. Tem Encontre-me, spin-off da saga Verflucht. E Desejo, que é o fim da trilogia Eros. Tem cerca de dois anos que terminei os dois primeiros, então esse não sei como vai ser ainda. Ler algo assim é sempre como se não tivesse sido escrito por mim e estou tentando encontrar o equilíbrio. Depois destes, ainda estou pensando em um novo livro, que já tem nome e capa, vou falar mais sobre ele no futuro.E ansiosa para ter Areia Movediça na minha estante em breve.
Deixe um carinho pro nosso leitor.
Quando comecei a escrever e depositar confiança no meu trabalho no último ano não esperava que ninguém fosse gostar, de verdade, e Areia Movediça foi o menos confiante dele. Quando terminei (escrevi-o em exatos vinte e dois dias) achei que a coisa toda não tinha pé nem cabeça, fiquei em dúvida, mas agora, cinco meses depois, encontro-me extremamente feliz com a recepção de todos os leitores que embarcaram nessa aventura comigo. Pode parecer engraçado, mas não sou muito boa com palavras, só estou feliz que todos gostem e receber o carinho dos leitores nos últimos meses tem sido a melhor experiência.Adoro todos vocês.

Bjus, até a Próxima.

Fala Guto: Entrevista com Violeta Alves, uma voz doce como suas palavras

Oi, gente! Hoje quero apresentar pra vocês uma pessoa muito especial! Uma amiga de infância que é uma promessa para a música e a literatura brasileira. Ela é doce, delicada como uma flor e não foi a toa que eu a escolhi para ser a capa do meu livro, O Doce Luar da Primavera.

Autor Parceiro + Entrevista: Guto Cruz








Guto Cruz - Leciona línguas, artes e literatura e vem revolucionando sua sala de aula com uma didática inovadora de ensino. Nascido em 1991, é peixeiro - de Itajaí, chero - e Santa Catarina é seu estado do coração pois foi cenário de sua vida e de suas histórias. O Doce Luar da Primavera é seu primeiro livro e reúne textos diversos - e alguns inéditos - do autor.

Oi, amores!

Hoje o post é muito especial! Apresento a vocês o Guto, nosso mais novo parceiro! Guto é autor de ''O Doce Luar da Primavera'', um livro de contos e poesia. E para oficializar essa parceria, fiz uma entrevista com 6 perguntinhas básicas sobre seu livro e sobre várias outras coisinhas.

Ah, vou deixar no final do post mais informações sobre o livro para vocês (eu estou apaixonada pela capa, imagino o conteúdo!). Bom, vamos para a entrevista!: