Mais que amigos

Será que vale a pena arriscar uma grande amizade em troca de um amor inesquecível?
Aos vinte e dois anos, a jovem Parker Blanton leva a vida que sempre sonhou. Tem um namorado inteligente e responsável, um emprego promissor e a companhia de seu melhor amigo, Ben Olsen, com quem divide um lindo apartamento. 

Parker e Ben são tão grudados que muita gente duvida que eles morem sob o mesmo teto sem nunca ter vivido um caso, mas eles não se importam com o que as pessoas pensam. Sabem que não foram feitos um para o outro — pelo menos não para se envolver. 
Por isso, quando um acontecimento inesperado faz com que Parker se veja sem namorado e com o coração partido, ela sabe que pode contar com Ben para ajudá-la a sacudir a poeira e partir para outra. Afinal, ninguém seria mais ideal do que seu melhor amigo para lhe mostrar os prazeres da vida de solteiro… certo? 
Mais que amigos é uma comédia romântica irresistível!



Título: Mais que amigos
Autor: Lauren Layne

Ano: 2018
Editora: Paralela
Número de páginas: 224
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Crítica: Olá gente bonita, marinheiros desse mar revolto..... hoje venho aqui trazer para vocês a resenha desse livro que gamou meu coração, li ele todinho em um dia, tamanho o desespero para saber como essa paranauê ia terminar.
     Esse livro é daqueles super clichês, uma comédia romântica digna de virar filme de sessão da tarde. Essa vai ser uma resenha bem sucinta para não entregar de bandeja o conteúdo do livro para vocês, até poque o livro tem uma premissa bem simples, e só pelo título já dá para entender mais ou menos onde tudo vai terminar, e andei vendo muitas resenhas por aí que entregam muito e tiram toda a graça da leitura.
     Parker é uma jovem mulher que sempre teve toda sua vida dedicada aos estudos e a carreira e desde a época da faculdade namorava com Lance, ambos com características muito parecidas e já pensando em casamento, porém do nada, Parker leva o maior pé na bunda, e ainda tem que encarar o fato de que seu namorado, agora ex, estava impressionado com outra mulher, por isso não tinha mais interesse sexual por ela. Profundamente magoada e decidida a aproveitar a vida ela recorre a Ben seu melhor amigo.
    Ben e Parker são amigos há muito tempo, e contrariam toda aquela história de que homens e mulheres não podem ser amigos, eles tem uma relação tão legal que inclusive moram juntos e dividem toda uma vida. Ben é daqueles mulherengos que toda mulher quer distância, porém é tão bonito e sedutor que consegue enveredar as mulheres que quer com seu encanto, ele não quer saber de namorar e utiliza da amiga para conseguir dar o fora em várias mulheres.

Ben e eu provamos que todas estavam erradas quando o primeiro ano de faculdade acabou e nossa amizade continuou inabalável. No segundo ano, a história se repetiu.No terceiro, a coisa ficou séria de verdade. Estávamos mais próximos que nunca, passando inclusive a morar na mesma casa . Aconteceu meio que por acaso, quando uma das pessoas que iam dividir com ele desistiu de última hora. Eu me dei conta de que não ia aguentar a comida do alojamento por mais um ano, então fui morar lá. E deu certo. De modo que, no ano seguinte, repetimos a dose.

      Parker decide então que Ben teria que ensiná-la a ser sedutora e que a partir de então ela começaria a sair com homens apenas para ter sexo casual. Porém, isso não dá muito certo, e após ouvir o conselho da sua mão ela tem uma proposta para fazer ao amigo.
       A narrativa da autora é uma delícia, a história toda é tão óbvia, você sabe tudo que vai acontecer, porém, ainda assim eu não consegui parar de ler até ver tudo se desenrolar. é uma história super gostosa e envolvente, vale muito a pena para entreter e se apaixonar. Eu me apaixonei pelos protagonistas, Parker é uma mulher forte decidida e que corre atrás do que quer e  ainda assim consegue ser uma excelente pessoa e uma super amiga; Ben é aquele tipo de pessoa que você tem vontade de levar para casa e cuidar, incrível e super companheiro. 
     Além de todas as coisas boas que já falei, vamos combinar que essa capa encanta qualquer um, e que vale super a pena ter na estante né? Se você procura um romance gostoso e envolvente, com uma pegada sensual, sem ser exagerada super recomendo esse livro, terminei com vontade de ler de novo, esse é o primeiro livro da coleção Love Unexpectedly, porém é um livro único, sem relação com os outros livros da coleção, e só para contar, já quero todos.  Ahhhh e se por um acaso você estiver passando por uma ressaca literária, vai na fé que esse livro é a sua solução.
     Beijos e até a próxima resenha gente. 



Autora Parceira Day Fernandes e Primeiras Impressões.


É com muita felicidade que hoje trago um post diferente!!! Anunciamos a nossa parceria com a autora Day Fernandes e de brinde vocês já vão levar as primeiras impressões do seu mais recente romance.


Nasceu na capital nacional do rock na década de 90 e além de escritora também é psicóloga. Apaixonada por romance, ficção científica e teorias da conspiração, a distopia "A Fortaleza: Mundo Sombrio" foi seu primeiro romance publicado. Além disso, ainda é autora dos romances fantásticos "Uma Ilha no Atlântico", "Uma Maré de Azar!", e da comédia romântica "Os Opostos se Distraem". Day também adora escrever contos e possui publicações em antologias diversas, nos gêneros de terror, ci-fi, suspense, romance e fantasia.










Para a arquiteta Mariana Fragoso, uma das maiores certezas de sua vida é que morrerá solteira. Ela acredita que o amor pertence somente ao mundo da fantasia, e quando se trata de assuntos do coração, se protege com uma blindagem extraforte. Até embarcar em uma aventura inesperada.Sob a responsabilidade de chefiar a construção de um imóvel, Mariana é enviada para Maris, uma ilha do outro lado do Oceano Atlântico. Entretanto, logo após conhecer Théo Santiago, o misterioso proprietário do terreno no qual vai trabalhar, ela se vê cercada por uma esfera eletrizante, um tipo de força que sempre a leva em direção a ele. E é aí que tudo começa a dar errado!Decidida a evitar seu novo cliente – e as sensações que ele lhe provoca quando está por perto –, Mariana planeja terminar seu trabalho o mais rápido possível. Mas o destino parece ter outros planos...Ao longo de sua estadia nessa ilha paradisíaca, coisas inexplicáveis começam a acontecer. Terremotos, invasões, e um certo par de olhos azuis viram sua vida de ponta-cabeça. E em meio a sonhos assustadores, lembranças fragmentadas e um segredo que envolve seu passado, presente e futuro, Mariana precisará fazer uma escolha mais difícil do que imagina, além de tentar escapar da armadilha mais temida de todas: o amor!
Bom e o que dizer desse amor de livro?? Escrever primeiras impressões não é meu forte, pois gosto de ler, analisar e então falar o que achei. Mas vamos lá.

O livro é narrado por Mariana, e então vemos ela conversando com si, coisas como para Mariana, não faz isso, deixando assim a história bem divertida, pois a própria personagem fica tentando se conter.

Os primeiros capítulos vemos a interação de Mariana antes de ir para a ilha e a sua preparação. Existe um mistério muito grande em torno da ilha, além do sexto sentido dela estar aguçado avisando para não ir, estou extremamente curiosa pra saber o que ela vai encontrar por lá.

Apesar de já saber com quem ela irá ficar pelo inicio da história, estou torcendo por outro casal, sou do contra. E o mais difícil dessa primeiras impressões foi o parar de ler para escrever, quero finalizar a leitura e trazer logo essa resenha.

Até aqui, indico a todos a leitura.

Bjus até a próxima.

Dante

Sinopse: “Dante é um homem de 27 anos, charmoso, bem humorado, mas que sofre de Transtorno Bipolar. Ele rejeita fortemente seu tratamento e abandona completamente o uso de suas medicações. Um certo dia ele conhece Angel, uma bela ruiva que irá conquistar seu coração e transformá-lo para sempre. Até que uma certa noite tudo irá mudar. Dante comete um erro terrível que pode pôr um fim, de modo definitivo no relacionamento dos dois. Será que o amor entre ele e Angel será capaz de fazê-los superar todos os problemas que o transtorno bipolar de Dante traz? Um livro que irá prender sua atenção do começo ao fim. Que lhe fará sorrir e chorar ao lado de Dante e Angel. Venha se emocionar também com a leitura desse belo romance.

Título: Dante
Autor: Tici Pontes
Ano: 2017
Editora: Editora Selída
Número de páginas: 237

Crítica: Olá Marujos, vou me aventurar a falar de um estilo literário que não tenho muito costume. Não sou de romances, caí de cabeça no primeiro de uma amiga, e gostei bastante da experiência e agora vou contar para vocês.

Dante é um romance de um rapaz com transtorno Bipolar e Angel, aquele famoso amor (ou ódio) à primeira vista, e que no caso não me incomoda, eu adoro, pra ser sincera.

Com a história, além do romance propriamente dito, vemos a interação do nosso rapaz com seu psiquiatra, seu amigo, seu pai e principalmente a sua interação interpessoal. A dificuldade que ele tem para lidar com sua doença, e a falta de aceitação em tomar os remédios.

O livro tem um toque bem pesado quando se trata da doença, da agonia de ver tudo acontecendo e não poder fazer nada, e além de tudo que já está ruim o personagem tem uma pose de coitadinho, que faz com que ele se permita a fazer tudo que dá na telha, sendo essa coisa certa ou não, afinal ele é doente e ninguém poderia julgá-lo.

Esse romance vem para abrir os olhos de Dante quanto as pessoas ao seus redor, e o que poderia ser sua salvação, não necessariamente acontece, temos grandes reviravoltas na história.

Quando tudo está dando certo e feliz, constatei que ainda faltavam 30% para finalizar a leitura e soube que algo daria errado, aquele velho pensamento “VAI DAR MERDA”, e não é que deu?? Serio que raiva, não faz isso, deixa tudo bem, merda de novo não.
Até certo ponto a história estava legal, bem romance, até acontecer certas coisas e ganhar um rumo que gente, Tici me fez chorar, sério, fiquei completamente emocionada em um determinado acontecimento. Queria tanto contar pra vocês, mas nada de spoiller.

Bom quanto as relações dos personagens, Dante tem uma relação maravilhosa com um amigo Benjamin, adoro a interações deles. As idas ao psiquiatra são tensas e marcantes, mas a interação de Dante e seu amor me deixaram meio sem lugar. Achei Angel uma pessoa forçada e fingida, não gostei da garota, achei o diálogo forçado, e que tudo aconteceu muito rápido, mas tenho certeza que é birra minha com o casal.

O fim do livro foi encerrado com chave de ouro, como eu realmente gostaria, e fiquei feliz que Angel ficou menos enjoada com o tempo, no fim consegui até aturá-la kkkkkkk.

Dante é o primeiro livro da autora, e com certeza lerei os outros da mesma, uma ótima experiência que espero que todos possam compartilhar.

Bjus, até a próxima.

FILME: Pantera Negra (Black Panther)

ATENÇÃO TEM SPOILERS. 



Sinopse: “Pantera Negra” acompanha T’Challa que, após a morte de seu pai, o Rei de Wakanda, volta pra casa para a isolada e tecnologicamente avançada nação africana para a sucessão ao trono e para ocupar o seu lugar de direito como rei. Mas, com o reaparecimento de um velho e poderoso inimigo, o valor de T’Challa como rei – e como Pantera Negra – é testado quando ele é levado a um conflito formidável que coloca o destino de Wakanda, e do mundo todo, em risco.








CRÍTICA: Lançado em 15 de fevereiro  de 2018, pelo studios Marvel, o filme conta com a direção de Ryan Coogler e mais de duas horas de duração. O longa é o primeiro filme a ter um elenco inteiramente de pessoas negras e os coadjuvantes são brancos, é o primeiro traço do filme que mostra o seu diferencial perante os outros filmes.


Um traço que a Marvel sempre tentou colocar em seus filmes foi as piadas e os momentos cômicos mas nem sempre isso funcionava em seus roteiros, no Pantera Negra, o roteiro funcionou muito bem e souberam dosar os momentos cômicos e as piadas, a personagem da Princesa Shuri, a irmã do Pantera, é uma das responsáveis por essas piadas e momentos, sempre com uma piada pronta para enaltecer a tecnologia perante o tradicionalismo do país, como na cena que o seu irmão está usando um calçado tradicional do país dentro do laboratório de tecnologia onde Shuri trabalha, a mesma faz uma piada referente a isso e aos anciões da nação. Não são piadas pejorativas ou algo similar, são doses de bom humor em um roteiro de ação. 



Outro ponto que ficar bem evidente no filme é a dicotomia de tradição vs tecnologia. Durante todo o filme é notável ver como a uma nação que é avançada tecnologicamente segue um regime tão tradicionalista, como a monarquia. Outros contrapontos são apresentados durante todo o longa, como a organização social que é um ponto tradicional, como os meios de comunicação e de defesa da nação que é um ponto tecnológico, é uma nação hibrida entre tradição e tecnologia. É um país onde as fronteiras entre o futuro e o passado são quase invisíveis.


Dentro da trama é apresentado dois vilões, o primeiro Ulysses Klaue, que representa bem o estereotipo do vilão malvado e sem escrúpulo algum. Klaue é um antigo inimigo de Wakanda e retorna no inicio do filme apenas para introduzir o real “vilão” do filme, Erik Killmonger. Na minha concepção vejo o Erik, mais como um anti-herói pois ele tem uma motivação para sua vingança e não esta fazendo aquilo por dinheiro ou qualquer motivo similar, é apenas vingar a morte de seu pai e ocupar o espaço que ele acha que é de direito. Seguindo ainda com o Erik, dentro do filme é introduzida o paradoxo de identidade, onde Wakanda não reconhecia o Erik como membro mesmo ele sendo filho de alguém da realeza, esse é o momento mais antropológico que identifiquei no filme, como alguém tem seus parentes e ancestrais em determinado território mas não pertence a ele por não nascer naquela terra? O filme abre discussão para esse ponto de forma que os questionamentos não são respondido  claramente, pois só reconhecemos a aceitação de Erik como membro de Wakanda por meio do Rei T’Challa, no momento da morte do vilão. 


A personagem de Erik ainda abriu espaço para introduzir uma discussão importante, a militarização de grupos sociais menos desfavorecidos. Após, Erik assumir o trono a principal vontade dele é enviar para todo o mundo armas de vibranuim para todos os desfavorecidos do planeta para que lutem contra seus opressores, isso mostra o quão radical é, quando movimentos sociais se apossam de armas e fazem disso a frente de batalha para defender um ideal. Nada tão distante de nossas realidades, tanto no Brasil, como no EUA, se fala em armamentos para defender os “cidadãos de bem”, mas é necessário arma-los para praticar essa defesa? A maior lição que o ser humano mostrou durante a evolução da humanidade é que a violência não é resolução plausível para nada.

E por último e não menos importante, o ponto social que irei destacar é o empoderamento feminino do filme. Requisito presente em todo o filme, desde das funções e espaços mais importantes da sociedade de Wakanda à representação de figuras maternas. O empoderamento feminino no longa  está presente em estâncias nunca imaginadas, como: o sistema monárquico, nele o exército  particular da coroa é formado por mulheres, a figura do guerreiro mais forte é uma mulher. São espaços como esses que ressalta que a mulher deve ocupar o espaço que ela desejar e não deve existe limites ou padrões que a impeçam.


Em outros termos cinematográficos, ressalto a fotografia, que fez um trabalho belíssimo nas cenas onde mostra toda a riqueza natural, paisagens magnificas, a trilha sonora que achei um trabalho esplendido  pois ressaltou diversos traços africanos. O longa não é apenas um filme de ação e aventura que vai compor um universo de super heróis é algo mais, é um forma de representar um povo, uma nação, uma raça tão “esquecida” e marginalizada pela sociedade. a humanidade tem um divida eterna com os negros e qualquer espaço que eles estão à ocupar ou ocupando hoje é seu por direito. O filme é um ato de representatividade.



FILMES: JONGENS (BOYS, GAROTOS)


ATENÇÃO CONTÉM SPOILERS 


Sinopse: Sieger, 15 anos, está treinando muito para os campeonatos nacionais de revezamento, quando conhece o intrigante e imprevisível Marc. A amizade que se desenvolve não parece fora do comum, mas Sieger secretamente guarda sentimentos mais fortes por Marc. Ele começa uma luta solitária consigo mesmo quando percebe que Marc também está apaixonado por ele. Mas sua mente está em outro lugar, pois acha cada vez mais difícil negar seus sentimentos por Marc. 













CRÍTICA: 
Filme holandês, produzido por Pieter Kuijpers, Sander Van Meurs, Iris Otten, com a direção Mischa Kamp, lançado no ano de 2014, o filme foi pensado e produzido para a tv holandesa, com uma proposta de retratar um recorde da vida de um adolescente nas suas primeiras descobertas.

Jongens, BOYS ou Garotos, sei lá qual seja o nome (kkkk), vem com uma postura que a maioria dos filmes de cunho homossexual não tem, pois trata-se de um filme que não possui a pegada e nem muito menos o caráter de um filme que aborte a questão do ativismo, trata-se de um filme que retrata como um adolescente está no processo de descoberta da sua sexualidade, tudo isso tratado com uma leveza e sutileza que falta em muito filmes de grande portes, e antes que me esqueça é uma PRODUÇÃO INDEPEDENTE.


Sieger é o pilar que sustenta sua frágil família. O irmão mais velho não consegue um emprego fixo e está mais preocupado com sua moto do que com o próprio futuro. E o pai passa a maior parte do tempo em casa, sem saber como lidar com os dois e nem com os seus dias. A situação deles se complicou após a morte da mãe, vítima de câncer, e cada um tenta ao seu modo seguir em frente. Um se rebelando, outro se fragilizando. E o caçula, que a princípio deveria seguir os demais, acaba sendo o porto seguro entre eles. 


A principio o jovem parece ter tudo resolvido na vida. Tem um melhor amigo, tem varias garotas ao seu redor, é popular na escola e ainda é campeão no time de atletismo. Os treinos e os momentos com os amigos acabam funcionando de outra forma em Sieger, pois se cria uma tesão, a tesão de ser o melhor amigo, o melhor corredor, o melhor em tudo. Essa tesão ou desconforto só é perceptível aos olhos de quem o observar com cuidado, algo que Marc faz. A ligação entre eles dois se dá de maneira muito tranquila, sem atropelos, sem afobação. É a irmã menor do outro que o abraça sem ressalvas, é uma ida ao rio, um toque de mãos ao acaso, um beijo que surge naturalmente. E quando percebem, um já precisa do outro com tanta intensidade como se nunca estivessem estado separados.



O filme conta com uma fotografia belíssima, são vários closes nos atores e nas paisagens que montam as cenas que é algo realmente surreal e tudo isso acompanhada de uma trilha sonora fantástica. São meros 78 minutos, mas um trabalho de direção e roteiro maravilhoso, que em certos momentos não parece ser uma produção independente, e tudo isso para construir a relação dos dois protagonistas e possibilitar a concretização deste afeto inesperado que surge entre eles.  Não é um conto de fadas, com tudo em uma visão de cor-de-rosa, há dificuldades, barreiras e problemas a serem superadas, mas estas são vencidas por uma certeza de do que se quer e do quer se é, que apenas atitudes como essas o amadurecimento nos proporciona. O filme se mostra maduro e sensível para retratar de maneira tão singular e carinhosa o que muitas das vezes o que é uma experiência dolorosa, a descoberta da sexualidade.

P.S.: É antes que esqueça o final do filme foge do padrão da maiorias dos filmes de cunho homossexual, o casal fica junto no final. 



Trocadas


E se sua vida mudasse por conta de apenas quatro dias, se nesses dias você vivesse a vida de outra pessoa, e se conhecesse o amor da sua vida, tudo ao mesmo tempo? E se suas atitudes atrapalhassem a vida da pessoa que você está vivendo? E se você modificasse a vida dela por completo? Você tentaria consertar tudo? Juliana e Gabriela vivem quatro dias que modificam sua vida completamente, apesar de todos os sufocos descobriram que era necessário, e que agora tudo que modificou foi por um motivo.








Título: Trocadas
Autor: Rafaella Viegas
Ano: 2018
Editora: Amazon
Número de páginas: 19
Compre: Amazon




     Olá gente bonita!!!! Como andam todos vocês???? Hoje estou muito feliz e até um pouco receosa com a responsabilidade, pois vou resenhar um livro de uma pessoa, que após um certo tempo de convívio e trabalho juntas já considero uma amiga. E para começar, já posso dizer que amei o conto e para mim essa história poderia ter muitas páginas, pois é incrível e deixou um gostinho de quero mais. 

     O conto conta a história da Juliana e da Gabriela. A primeira uma estudante de Letras apaixonada por dar aulas à crianças. E a segunda uma estagiária de jornalismo com o sonho de virar âncora de um jornal. As duas possuem um colar em formato de meia lua que muda de cor de acordo com a estação, e um dia ao se esbarrarem na rua trocam as bijuterias, aí o mais inesperado acontece, de repente a Juliana acorda em um quarto estranho com um garoto extremamente lindo ao seu lado, ao se olhar no espelho percebe que o reflexo não é exatamente o que esperava.


"Não sei o que falar para ele, essa não sou eu, como dizer isso??? Eu não sei quem eu sou, e um desespero me preenche, digo que estou me sentindo mau e peço a ele para sair da minha casa, ele me olha com a cara de quem não está entendendo nada e fala:- Essa é a minha casa, o que você bebeu ontem Gabi???"


     Não posso contar muito mais para vocês, não quero estragar o prazer de ir desvendando todas as estrelinhas dessa narrativa, só posso dizer que me apaixonei pelas personagens e que apesar delas serem muito diferentes uma da outra, consegui enxergar um pouquinho da minha personalidade em cada uma, apesar de me identificar muito mais com a Juliana.

     Esse conto consegue misturar fantasia com romance e deixa a gente roendo as unhas para que tudo termine bem, e quando termina.... a gente fica com vontade de ler muito mais, em poucas páginas a Rafa consegue convencer a gente sobre a paixão dos personagens, mesmo existindo um amor a primeira vista (o que normalmente não me convence), e a gente sofre com elas quando as coisas dão errado.

     Hoje fiquei muito feliz de saber que a Rafa vai conseguir publicar em edição física o seu conto, se alguém tiver interesse deixa um comentário aqui no blog, tenho certeza que não vai se arrepender. E apesar dessa ser uma resenha bem curtinha, escrevi de todo o coração, e espero mesmo que esse conto possa ser lido e que encante muito mais pessoas assim como me encantou.

     Beijos e boa noite gente.... até semana que vêm com uma nova resenha....



Autoras Parceiras: Patrícia Baikal e Luisa Bérard


E continuamos com nossas parcerias maravilhosas, hoje com duas Mulheres que são uma graça, além de escritoras maravilhosas.


Luisa Bérard: A escritora alagoana Luisa Bérard, radicada em Recife, é um nome promissor na produção de romances históricos no Brasil. Seu primeiro romance, "Nas montanhas do Marrocos", revela um talento nato da autora na construção de personagens e tramas marcantes. Graduada em Direito pela Universidade Federal de Alagoas, exerceu a advocacia por muitos anos e atualmente dedica-se ao seu projeto literário. A partir de abril de 2018, passou a integrar a Academia Maceioense de Letras.









Ambientado entre as majestosas cordilheiras marroquinas e no esplendor da Inglaterra vitoriana no século XIX, o romance “Nas montanhas do Marrocos”, que marca a estreia da escritora Luisa Bérard no ambiente literário, é um dos títulos que vem protagonizando destaque nas livrarias. Lançada no último mês de outubro, durante a Bienal do Livro de Pernambuco, a obra de 564 páginas está ancorada no gênero de romance épico e entrega características sólidas do ambiente criativo de Bérard: narrativas precisas e enredos sofisticadamente construídos.Resultado de uma copiosa pesquisa de quase sete anos, “Nas montanhas do Marrocos” carimba o passaporte do leitor para o Marrocos e a Inglaterra do século XIX para contar a história da tão bela quanto impetuosa lady Katherine Hartington. A narrativa construída em torno da jovem protagonista apresenta as relações familiares e a suntuosidade da época vitoriana, descrevendo o estilo de vida da aristocracia inglesa e os obstáculos sociais impostos às mulheres. Nesse contexto sobressai a figura da poderosa duquesa de Melbourne, que não se amolda a esse papel socialmente pré-estabelecido e transmite à sobrinha seus conhecimentos sobre o instigante mundo dos negócios, potencializando o seu natural desejo de liberdade.“O livro ‘Nas montanhas do Marrocos’ é um romance escrito no melhor estilo de obras do gênero, aclamadas pelos públicos nacional e internacional”, conta Bérard, que com criatividade e originalidade, reuniu na dose certa de grandes best-sellers, personagens memoráveis, sedução, paixão, conflitos e intrigas, demonstrando com sua ágil narrativa e criteriosa pesquisa histórica o quanto pode ser ilusória e vazia a liberdade sem amor.



Patrícia Baikal: Nascida em Campo Grande, foi criada em Uberlândia e mora em Brasília. Escritora, blogueira e graduada em Direito. Do signo de aquário. "Mariposa" foi o seu primeiro livro, publicado em 2015. Recentemente, em 2017, lançou "Mulher com brânquias". Ambos são livros lançados de forma independente.




A ideia central do livro está baseada em duas frentes: a criação de uma mulher-monstro (fantasia) e o enfrentamento com um passado familiar com grande influência no presente da protagonista (realidade). Essas duas premissas misturam o real com o imaginário, criando cenas em que esses elementos se confundem e se conectam. A protagonista, Rita, passa por processos de autodescoberta que a forçam a mudar suas crenças. Por essa razão, a figura do peixe foi a escolhida para representá-la, considerando que, em muitas sociedades, o peixe significa renovação e acesso às zonas profundas do nosso inconsciente. Esse simbolismo permeia toda a história. A transformação da Rita em um monstro é principalmente uma metáfora às transformações pelas quais todos passam, físicas e psíquicas. E essas transformações ocorrem, geralmente, quando os medos mais profundos são enfrentados. As escamas e as brânquias representam a necessidade de adaptação aos novos ambientes e situações inesperados. Quando se consegue a adaptação, o resultado pode ser fascinante, abrindo várias possibilidades para o crescimento. Além disso, simbolizam um questionamento sobre a aceitação do próprio corpo. Às vezes, as pessoas se sentem feias e fora do padrão por serem diferentes da maioria, mas aquilo que as torna bonitas é exatamente o que as faz diferentes. São exploradas as heranças comportamentais entre gerações (simbolizadas pelas Odas), o medo da morte, o poder dos nossos pensamentos, a dificuldade de autoaceitação. Em relação às Odas, personagens importantes no enredo, elas possuem o mesmo nome e o mesmo destino. Representam gerações de mulheres de uma mesma família. São muito parecidas entre si em vários sentidos, como muitos de nós somos em relação aos nossos ancentrais, ainda que não sejamos conscientes sobre isso. A busca de Rita por essa identidade familiar das Odas abre caminhos para a protagonista buscar a sua própria identidade. As relações familiares são constantes no livro, principalmente a relação entre Rita, Regina e Elisa, marcada por sororidade em vários momentos.

Espero que tenham gostado da novidade.
Bjus e até a próxima.

O Sol na cabeça

"Em O sol na cabeça, Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades inerentes à idade soma-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI.Em “Rolézim”, uma turma de adolescentes vai à praia no verão de 2015, quando a PM fluminense, em nome do combate aos arrastões, fazia marcação cerrada aos meninos de favela que pretendessem chegar às areias da Zona Sul. Em “A história do Periquito e do Macaco”, assistimos às mudanças ocorridas na Rocinha após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP. Situado em 2013, quando a maioria da classe média carioca ainda via a iniciativa do secretário de segurança José Beltrame como a panaceia contra todos os males, o conto mostra que, para a população sob o controle da polícia, o segundo “P” da sigla não era exatamente uma realidade. Em “Estação Padre Miguel”, cinco amigos se veem sob a mira dos fuzis dos traficantes locais.Nesses e nos outros contos, chama a atenção a capacidade narrativa do escritor, pintando com cores vivas personagens e ambientes sem nunca perder o suspense e o foco na ação. Na literatura brasileira contemporânea, que tantas vezes negligencia a trama em favor de supostas experimentações formais, O sol na cabeça surge como uma mais que bem-vinda novidade."

Título: O Sol na cabeça
Autor: Geovani Martins
Ano: 2018
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 122
Compre: AmazonAmericanas

     
     Olá gente bonita!!! Como vocês estão no meio dessa greve de caminhoneiros que está parando o Brasil? Hoje eu vim aqui trazer para vocês uma resenha que tem tudo haver com essa discussão política, e com esse cenário de desigualdades, onde o governo e a polícia abusam dos seus poderes para se enriquecer ilicitamente e roubar de toda uma população que se vê de mãos atadas, apesar de não sabermos, AINDA, a força que nós temos. Hoje, não importa se você compreende ou se concorda com a greve, o que importa é que somos um único povo e que depende apenas de nós e de nossos atos para mudar a realidade do Brasil.


    
     Geovani Martins nasceu em Bangu e morou na favela da Rocinha e do Vidigal, isso não seria importante se o autor não trouxesse dentro do seu livro de estreia toda essa carga da sua vivência e toda a violência que fez parte da sua vida. Desde o primeiro conto do livro, "Rolézim", o livro transporta a gente para uma outra realidade, parecia que eu estava lendo um livro em outra língua, o conto foi o que mais me causou estranheza, carregado de gírias e tive que recorrer a internet para me ajudar a entender o cerne da história.

“Tinha dois menó ali perto de nós com mó cara de quem dá um dois.”
   
   Nos contos nós temos pequenas histórias sobre adolescentes que cresceram nas favelas e sobre todas as influências que cercam sua trajetória de vida, desde o tráfico de drogas, até a corrupção policial, prostituição, violências e roubos. O livro mostra também o outro lado, o medo que cerca todos os dias moradores da favela. 
     
     Agora o que mais me impressionou foi o sentimento de estranheza que foi sumindo no decorrer da leitura, e de repente, nós começamos a compreender todas as mazelas que esse brasileiros tem que passar durante toda a sua vida, a leitura então começa a se tornar mais fluida, e a escrita muito mais simples, porém a realidade que o livro nos apresenta ainda é cruel.
   
   No conto "Espirral" nós sentimos a dor do racismo na pele, e como os adolescentes negros e pobres se vêem obrigados pela sociedade a seguirem um caminho que não queriam, se vêem forçados a seguir o estereótipo da sociedade, esse foi o meu conto preferido.

“As pessoas passavam, parecia que elas sentiam sempre pena de mim, ou raiva, sei lá.”


"Quando eles tão sozinho, olha pra tu tipo que com medo, como se tu fosse sempre na intenção de roubar eles. Aí quando tão de bondão, eles olha tipo que como fosse juntar ni tu. É foda.”
     
     Óbvio que eu não amei todos os contos dos livros, alguns são bem legais e outros são bem mais fraquinhos porém, o que mais importa, é que o Geovani conseguiu me tirar da zona de conforto, ele conseguiu me ensinar um pouco mais sobre empatia e sobre como toda história tem dois lados.

     Super recomendo esse livro, a leitura foi bem rapidinha e me prender do início ao fim, se você quer conhecer um pouco mais sobre a realidade das favelas, esse livro pode ser uma pequena amostra de tudo que acontece por lá e que nós não temos acesso.

     Beijos e bom restinho de sábado para todo mundo...




     

     

TOP 5 DAS PIORES SÉRIES



POLÊMICA! LEMBRAMOS QUE É OPINIÃO DO COLUNISTA!

Oi, pessoas!
Antes que comece o “mimimi” pelo título da postagem irei logo avisando que são cinco séries que já assisti, mas não conseguir gostar e vi mais defeitos do que qualidades, e aqui é apenas a minha opinião.


5° WESTWORLD 

Sinopse: Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por andróides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado". Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira.

Comentário: série que assisti alguns episódios achei os diálogos e o cenário belíssimo mas não conseguir seguir em frente, não me pegou de forma que eu ficasse empolgado e com vontade de ver a série, tem alguns elementos no seriado  que não conseguir entender como a lógica do parque, mas enfim é isso, quem sabe um dia eu retorne a assistir a série. 


4° ORANGE IS THE NEW BLACK


Sinopse: Piper Chapman (Taylor Schilling) é uma mulher por volta de seus 30 anos que é sentenciada a 15 meses de prisão após ter cometido crimes para sua ex-namorada, a traficante Alex (Laura Prepon) — que não vê há mais de uma década. Piper troca a sua vida confortável de Nova York, com o noivo Larry (Jason Biggs), pelo macacão laranja, e cumpre sua sentença na Penitenciária Feminina de Litchfield. Para sobreviver, ela precisa aprender a conviver com as outras detentas, como Red (Kate Mulgrew), Nicky (Natasha Lyonne), Taystee (Danielle Brooks) e Crazy Eyes (Uzo Aduba). O que Piper não espera é encontrar a ex cumprindo pena no mesmo lugar.

Comentário: Seriado que detestei após o final do primeiro episódio não consegui gostar do formato e muito menos da história, não me pegou mas é isso, está aqui ocupando o quarto lugar. Espero um dia mudar de opinião e retornar ver o seriado já que tenho vários amigos assistindo e dizem que é boa. 


3° HOW I MET YOUR MOTHER


Sinopse: Em 2030, o arquiteto Ted Mosby (Josh Radnor) conta a história sobre como conheceu a mãe dos seus filhos. Ele volta no tempo para 2005, relembrando suas aventuras amorosas em Nova York e a busca pela mulher dos seus sonhos. Ao longo do anos, Ted aproveita para falar a jornada dos seus amigos: o advogado Marshall Eriksen (Jason Segel), a professora Lily Aldrin (Alyson Hannigan), a jornalista Robin Scherbatsky (Cobie Smulders) e o mulherengo convicto Barney Stinson (Neil Patrick Harris).

Comentário: seriado que tem um dos meus maiores ranços, odeio o formato que ele é construído e como se sucede os fatos, não curtir nada nele. E espero que nunca mais voltar a assistir. 






2° THE WALKING DEAD

Um apocalipse provoca uma infestação de zumbis na cidade de Cynthiana, em Kentucky, nos Estados Unidos, e o oficial de polícia Rick Grimes (Andrew Lincoln) descobre que os mortos-vivos estão se propagando progressivamente. Ele decide unir-se aos homens e mulheres sobreviventes para que tenham mais força para combater o fenômeno que os atinge. O grupo percorre diferentes lugares em busca de soluções para o 
problema.

Comentário: outra série que não sei como se sustenta até oitava temporada, eu não consigo entender, um seriado que segue a mesma linha de fatos em todas as temporadas, como encontrar um local para refazer o arsenal e munição, se é a praga de um apocalipse tudo não deveria estar destruído ou parcialmente? É umas sequencias lógicas que não entram na minha cabeça. Essa com toda certeza eu nunca irei voltar assistir. 






1° GREY’S ANATHOMY

Sinopse: Meredith Grey (Ellen Pompeo) começa a trabalhar no Seattle Grace Hospital e logo descobre que passou a noite com um dos seus chefes, Dr. Derek Shepherd (Patrick Dempsey). Enquanto enfrenta os desafios da vida profissional, ela se aproxima dos outros internos liderados pela residente Dra. Bailey (Chandra Wilson): Cristina Yang (Sandra Oh), Izzie Stevens (Katherine Heigl), George O'Malley (T.R. Knight) e Alex Karev (Justin Chambers).

Comentário: Não consegui terminar o primeiro  episodio  de tão ruim que achei esse seriado, meu deus, e tem 15 temporadas como isso? É aquela coisa, tem gosto para tudo na vida, eu sinceramente não gostei e não pretendo  voltar a ver, o formato, a história, os diálogos, as personagens, tudo mas tudo é ruim nessa série. 





Esse é meu top 5 das piores séries. PAZ!

ABRAÇOS.