O Homem de Giz

Sinopse: “Assassinato e sinais misteriosos em uma trama para fãs de Stranger Things e Stephen King. Em 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Mas um desenho misterioso leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Depois disso, nada mais é como antes. Em 2016, Eddie se esforça para superar o passado, até que um dia ele e os amigos de infância recebem um mesmo aviso: o desenho de um homem de giz enforcado. Quando um dos amigos aparece morto, Eddie tem certeza de que precisa descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás. Alternando habilidosamente entre presente e passado, O Homem de Giz traz o melhor do suspense: personagens maravilhosamente construídos, mistérios de prender o fôlego e reviravoltas que vão impressionar até os leitores mais escaldados.





Título: O Homem de Giz
Autor: C. J. Tudor
Ano: 2018
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 272
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Crítica: Olá Marujos, fazia um tempo que não lia um thriller e resolvi pegar “O Homem de Giz” em uma leitura coletiva que estava participando, e com certeza um dos melhores lidos este ano.



Não sou muito de falar de edição, mas além da edição maravilhosa em capa dura e o início dos capítulos em pretos a história fica na mesma categoria da edição, Maravilhosa.

Comecei a leitura completamente desanimada, pois notei uma cópia imensa das crianças do “It, a coisa” e achei que o livro seria todo assim, e acabou sendo um dos motivos que eu enrolei um pouco na leitura. O início nos apresenta o narrador Eddie e sua turma, e começamos a conhecer sobre sua infância, e os acontecimentos que os marcaram.

A história se mescla entre a infância e a vida adulta do narrador, e creio que não vou mencionar o rumo da história aqui, pois todos conseguem perceber o decorrer da trama pela sinopse, o que ela não diz são os detalhes e é sobre eles que venho contar para vocês hoje.

O Homem de Giz mexeu comigo por três pontos importantes, primeiro o enredo que nos surpreende do início ao fim, segundo pela história não girar somente aos fatos ocorridos que modificaram os personagens e o terceiro, mas pra mim o principal, é como as atitudes e os fatos que ocorrem na infância de uma criança podem mudar a sua vida adulta completamente.

Eddie vivenciou muitos acontecimentos horrorosos em sua infância, e ele não era um menino que foi judiado pelos pais nem nada clichê assim, ele foi um menino super amado, com pais protetores, mas que passou por coisas em sua vida que algumas poderiam ser evitadas, algumas não, e que vemos traços agora na sua narrativa adulta.

Na cidade de Eddie durante a infância ocorreram alguns crimes e acidentes muito complicados, e por incrível que pareça, Eddie sempre acabava envolvido, e sua turma também.

Com a leitura percebemos que não somente ele, mas todos foram afetados, apesar de não mostrar muito seus amigos na segunda fase, vemos que o caso não solucionado de assassinato fez com que todos estagnassem, como se esperassem uma solução, para a vida voltar a andar.

E é exatamente isso que ocorre, eles vão atrás da solução desse caso, o que para mim não foi e tudo uma novidade, imaginei alguns detalhes e acertei, outros errei feio, mas foi bomba atrás de bomba do meio do livro até o fim.

Um livro cheio de reviravoltas e que você quer mais, mais e mais. Vi algumas opiniões sobre o fim, que algumas pessoas não gostaram, mas achei a solução digna para o livro. Não acredito que toda a história tenha que ter um final definido, e sim um caminho, o resto fica por conta do leitor. Pois, pra mim, a vida também é assim, a história para em algum ponto, se não teríamos que arrastar ela toda até a morte, onde no caso seria o fim realmente, mas já estou divagando.

Bom gente, esse livro mexeu realmente comigo e espero que todos leiam. Super recomendado.

Bjus, até a próxima.


A parte que falta e A parte que falta encontra o grande O


Sinopse A parte que falta : "O protagonista desta história é um ser circular que visivelmente não está completo: falta-lhe uma parte. E ele acredita que existe pelo mundo uma forma que vai completá-lo perfeitamente e que, quando estiver completo, vai se sentir feliz de vez. Então ele parte animado em uma jornada em busca de sua parte que falta. Mas, ao explorar o mundo, talvez perceba que a verdadeira felicidade não está no outro, mas dentro de nós mesmos.Neste livro, leitores de todas as idades vão se deparar com questionamentos sobre o que é o amor e quanto dependemos de um relacionamento ou parceira para nos sentirmos plenamente felizes."Sinopse A parte que falta encontra o grande O : "Na continuação do clássico A parte que falta, Shel Silverstein reflete com sua poesia singela e emocionante sobre amor-próprio e completude. Um livro infantil para todas as idades. A parte que falta está em busca de alguém para completar. Após ser abandonada pelo ser circular, ela aguarda um par perfeito em que possa se encaixar. Ela quer conhecer o mundo, e precisa de alguém que a faça rolar. Mas muitos seres não sabem nada sobre encaixe, outros já têm partes demais e alguns não sabem nada de nada. A parte que falta até encontra um encaixe perfeito, mas sua jornada juntos dura muito pouco. Até que ela se depara com o Grande O, um ser completo, que rola sozinho, e que pode dar a ela um ensinamento que mudará seu modo de enxergar a vida. Nesta história, leitores de todas as idades vão refletir junto com a parte que falta sobre como podemos nos transformar e descobrir como evoluir nosso amor-próprio. Afinal, será que não podemos todos rolar por nós mesmos em nossas jornadas? “Eu quero dar esse livro para todas as pessoas que eu conheço.” — Jout Jout “Não era um pedaço de pizza. Nem um chapéu de palhaço. Desista se pensou numa casquinha de sorvete… Aqui conhecemos a parte que falta — e que queria companhia. Ela desejava ver o mundo. Quem seria delicado, divertido e inteligente para levá-la? Entre algumas decepções, percebeu que também decepcionava. Até que o Grande O apareceu e, sem querer, ensinou-lhe que tudo pode rolar!” — Fernanda Takai""




Título: A parte que falta
Autor: Shel Silverstein
Ano: 2018
Editora: Companhia das Letrinhas
Número de páginas: 112
Compre: Amazon




    

Título: A parte que falta encontra o grande O
Autor: Shel Silverstein
Ano: 2018
Editora: Companhia das Letrinhas
Número de páginas: 120
Compre: Amazon









     Olá gente bonita, vim trazer hoje para vocês as minhas impressões sobre a leitura desses livros. Porém, já estou há alguns dias ensaiando para escrever essa resenha, e ela foi uma das mais difíceis de fazer até hoje. Os livros, apesar de serem considerados infantis, são muito profundos e complexos, e por isso mesmo, estão abertos a várias interpretações, dependendo da sua vida, dos seus conhecimentos e até da época que você vai lê-los, resumindo, este é um livro que é diferente para cada leitor.
    Esses são livros considerados infantis, porém a interpretação da criança não será tão profunda e nem tao completa quando a dos adultos, mas não deixará de agrada-las. O autor Shel Silverstein nasceu em Chicago, nos Estados Unidos em 1930 e faleceu em 1999, publicou vários livros infantis que foram publicados em várias línguas, sendo seu livro mais famoso "Leocádio, o leão que mandava bala" e "A árvore generosa".  
     A parte que falta foi publicado em 1976 e é um livro de ilustrações extremamente simples, em preto e branco, com pouquíssimas partes textuais, onde nos deparamos com um ser redondo que passa a vida a rolar procurando a parte que lhe falta e enquanto está nessa busca passa por várias aventuras. Este livro provoca muitas reflexões e para mim, a mais importante para adultos, é sobre o fato de que o ser humano nunca se sentirá completo, sempre achará que lhe falta algo, e por isso passa despercebido por todas as pequenas felicidades da vida, como os amigos, a natureza e o próprio viajar. Para as crianças, achei muito interessante a reflexão no trecho do livro que fala que hora estamos na frente e hora somos ultrapassados, na realidade essa é a beleza da vida.

"...e às vezes ultrapassava um besouro
e às vezes o besouro o ultrapassava..."
     
     No livro A parte que falta encontra o grande O, temos a história da parque que falta, um ser triangular que acha que só poderá viver e rolar pelo mundo depois que for parte de alguém maior, um ser rolante. Para mim esse é um livro que fala sobre relacionamentos, e como muitas vezes tentamos nos modificar apenas para estar com alguém, como o fato de sermos pequenos demais, ou grandes demais pode incomodar algumas pessoas, ou como o fato de você crescer e o outro não te acompanhar pode causar alguns problemas, sobre o fato de pessoas precisarem de muitas partes para serem completas e de outras quererem muito mais partes do que você pode oferecer. Esse também é um livro que fala sobre dependência, como muitas vezes precisamos nos apoiar em alguém porque não nos sentimos capazes de realizar nossos sonhos sozinhos, nem que seja apenas sair rolando por aí.
     Esses dois livros se completam muito bem, e apesar de ser uma leitura extremamente rápida, ela nos causa muitas reflexões e mesmo após várias leituras, cada hora conseguimos extrair coisas diferentes dessa história, esses são livros com indicações para todas as idades e em qualquer fase da vida, um livro que precisa de várias leituras para ser completamente entendido, e que em cada fase da vida vai te trazer uma lição muito diferente. O autor nos faz refletir com traços e palavras tão simples, e nos faz entrar em nós mesmos para conseguirmos entender algumas questões muito importantes:

     O que te impede de rolar? O que te impede de curtir sua vida e ser feliz? Será que não podemos encontrar a felicidade da vida apenas curtindo o caminho pelo qual ela nos leva?

   Você já leu esse livro? Se leu deixa aqui nos comentários o que você achou dessa história e que lição você tirou para sua vida. Caso não tenha lida, esta esperando o quê?
     Beijos e até a próxima resenha gente!!!












História do Universo

Sinopse: Durante muito tempo na história da humanidade, a religião encarregou-se de explicar o sobrenatural. Naquele passado não tão distante, não havia escolha, pois não existia ciência. Assim, a única forma de acedermos as origens do Universo era apegando-nos ao que nos ensinava a mitologia e o que nos legava a religião. Hoje, entretanto, parte deste espaço é ocupado pela ciência. O crescimento e a consolidação da cosmologia produziram uma enorme gama de textos científicos, que consultamos com o intuito de produzir este trabalho. Foi muito gratificante descobrir que hoje a ciência já permite que se conte o desenrolar da história do Universo. Como somos privilegiados por vivermos na época atual! Lembremo-nos daqueles que subiam nos zigurates, na antiga Babilônia, só para apreciarem melhor o céu, na tentativa de desvendar seus mistérios.






Título: História do universo
Autor: Edmac Trigueiro
Ano: 2011
Editora: Novo Século Editora
Número de páginas: 175
Compre: Amazon, Saraiva


Critica: o livro do Edmac vem com uma proposta de contar a história do universo por linhas gerais e teorias gerais, ou seja, o livro mostra essa história através de pontos que qualquer pessoa possa ler, não possui aquela carga de informações e conhecimentos prévios científicos específicos, com isso se tornando acessível a qualquer pessoa interessada no assunto. Começa falando sobre o átomo que é a partícula formadora do universo e se segue até contar o surgimento de nos seres humanos no planeta terra.

Segue essa proposta de forma muito coerente pois serve como ponto de partida para pessoas que desejam entender mais a fundo esse mundo da astronomia/astrofísica. É uma bela introdução a conceitos gerais e teorias bem gerais sobre assuntos ligado a essa área do conhecimento, outro destaque do livro é o resgaste de referencias de cientificas, a todo momento o Edmac traz algum teórico ou especialista para ser citado durante sua explanação dentro do livro. É uma abertura para o mundo da astronomia de maneira que foi feita para ser de fácil acesso, sem contar que o livro ganha um tom de despertar em você a curiosidade para entender diversos pontos que nunca nos questionamos.

Dentro da estrutura só tive um difícil acesso a questão de linguagem e recuperação de informações, pois no meu caso particular foi uma das primeiras obras que li sobre o assunto, mas em contrapartida o livro é bem enriquecedor para o arcabouço teórico, pois desenvolve bem o que é proposto e introduz o leitor ao um mundo científico. 



Mais que amigos

Será que vale a pena arriscar uma grande amizade em troca de um amor inesquecível?
Aos vinte e dois anos, a jovem Parker Blanton leva a vida que sempre sonhou. Tem um namorado inteligente e responsável, um emprego promissor e a companhia de seu melhor amigo, Ben Olsen, com quem divide um lindo apartamento. 

Parker e Ben são tão grudados que muita gente duvida que eles morem sob o mesmo teto sem nunca ter vivido um caso, mas eles não se importam com o que as pessoas pensam. Sabem que não foram feitos um para o outro — pelo menos não para se envolver. 
Por isso, quando um acontecimento inesperado faz com que Parker se veja sem namorado e com o coração partido, ela sabe que pode contar com Ben para ajudá-la a sacudir a poeira e partir para outra. Afinal, ninguém seria mais ideal do que seu melhor amigo para lhe mostrar os prazeres da vida de solteiro… certo? 
Mais que amigos é uma comédia romântica irresistível!



Título: Mais que amigos
Autor: Lauren Layne

Ano: 2018
Editora: Paralela
Número de páginas: 224
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Crítica: Olá gente bonita, marinheiros desse mar revolto..... hoje venho aqui trazer para vocês a resenha desse livro que gamou meu coração, li ele todinho em um dia, tamanho o desespero para saber como essa paranauê ia terminar.
     Esse livro é daqueles super clichês, uma comédia romântica digna de virar filme de sessão da tarde. Essa vai ser uma resenha bem sucinta para não entregar de bandeja o conteúdo do livro para vocês, até poque o livro tem uma premissa bem simples, e só pelo título já dá para entender mais ou menos onde tudo vai terminar, e andei vendo muitas resenhas por aí que entregam muito e tiram toda a graça da leitura.
     Parker é uma jovem mulher que sempre teve toda sua vida dedicada aos estudos e a carreira e desde a época da faculdade namorava com Lance, ambos com características muito parecidas e já pensando em casamento, porém do nada, Parker leva o maior pé na bunda, e ainda tem que encarar o fato de que seu namorado, agora ex, estava impressionado com outra mulher, por isso não tinha mais interesse sexual por ela. Profundamente magoada e decidida a aproveitar a vida ela recorre a Ben seu melhor amigo.
    Ben e Parker são amigos há muito tempo, e contrariam toda aquela história de que homens e mulheres não podem ser amigos, eles tem uma relação tão legal que inclusive moram juntos e dividem toda uma vida. Ben é daqueles mulherengos que toda mulher quer distância, porém é tão bonito e sedutor que consegue enveredar as mulheres que quer com seu encanto, ele não quer saber de namorar e utiliza da amiga para conseguir dar o fora em várias mulheres.

Ben e eu provamos que todas estavam erradas quando o primeiro ano de faculdade acabou e nossa amizade continuou inabalável. No segundo ano, a história se repetiu.No terceiro, a coisa ficou séria de verdade. Estávamos mais próximos que nunca, passando inclusive a morar na mesma casa . Aconteceu meio que por acaso, quando uma das pessoas que iam dividir com ele desistiu de última hora. Eu me dei conta de que não ia aguentar a comida do alojamento por mais um ano, então fui morar lá. E deu certo. De modo que, no ano seguinte, repetimos a dose.

      Parker decide então que Ben teria que ensiná-la a ser sedutora e que a partir de então ela começaria a sair com homens apenas para ter sexo casual. Porém, isso não dá muito certo, e após ouvir o conselho da sua mão ela tem uma proposta para fazer ao amigo.
       A narrativa da autora é uma delícia, a história toda é tão óbvia, você sabe tudo que vai acontecer, porém, ainda assim eu não consegui parar de ler até ver tudo se desenrolar. é uma história super gostosa e envolvente, vale muito a pena para entreter e se apaixonar. Eu me apaixonei pelos protagonistas, Parker é uma mulher forte decidida e que corre atrás do que quer e  ainda assim consegue ser uma excelente pessoa e uma super amiga; Ben é aquele tipo de pessoa que você tem vontade de levar para casa e cuidar, incrível e super companheiro. 
     Além de todas as coisas boas que já falei, vamos combinar que essa capa encanta qualquer um, e que vale super a pena ter na estante né? Se você procura um romance gostoso e envolvente, com uma pegada sensual, sem ser exagerada super recomendo esse livro, terminei com vontade de ler de novo, esse é o primeiro livro da coleção Love Unexpectedly, porém é um livro único, sem relação com os outros livros da coleção, e só para contar, já quero todos.  Ahhhh e se por um acaso você estiver passando por uma ressaca literária, vai na fé que esse livro é a sua solução.
     Beijos e até a próxima resenha gente. 



Autora Parceira Day Fernandes e Primeiras Impressões.


É com muita felicidade que hoje trago um post diferente!!! Anunciamos a nossa parceria com a autora Day Fernandes e de brinde vocês já vão levar as primeiras impressões do seu mais recente romance.


Nasceu na capital nacional do rock na década de 90 e além de escritora também é psicóloga. Apaixonada por romance, ficção científica e teorias da conspiração, a distopia "A Fortaleza: Mundo Sombrio" foi seu primeiro romance publicado. Além disso, ainda é autora dos romances fantásticos "Uma Ilha no Atlântico", "Uma Maré de Azar!", e da comédia romântica "Os Opostos se Distraem". Day também adora escrever contos e possui publicações em antologias diversas, nos gêneros de terror, ci-fi, suspense, romance e fantasia.










Para a arquiteta Mariana Fragoso, uma das maiores certezas de sua vida é que morrerá solteira. Ela acredita que o amor pertence somente ao mundo da fantasia, e quando se trata de assuntos do coração, se protege com uma blindagem extraforte. Até embarcar em uma aventura inesperada.Sob a responsabilidade de chefiar a construção de um imóvel, Mariana é enviada para Maris, uma ilha do outro lado do Oceano Atlântico. Entretanto, logo após conhecer Théo Santiago, o misterioso proprietário do terreno no qual vai trabalhar, ela se vê cercada por uma esfera eletrizante, um tipo de força que sempre a leva em direção a ele. E é aí que tudo começa a dar errado!Decidida a evitar seu novo cliente – e as sensações que ele lhe provoca quando está por perto –, Mariana planeja terminar seu trabalho o mais rápido possível. Mas o destino parece ter outros planos...Ao longo de sua estadia nessa ilha paradisíaca, coisas inexplicáveis começam a acontecer. Terremotos, invasões, e um certo par de olhos azuis viram sua vida de ponta-cabeça. E em meio a sonhos assustadores, lembranças fragmentadas e um segredo que envolve seu passado, presente e futuro, Mariana precisará fazer uma escolha mais difícil do que imagina, além de tentar escapar da armadilha mais temida de todas: o amor!
Bom e o que dizer desse amor de livro?? Escrever primeiras impressões não é meu forte, pois gosto de ler, analisar e então falar o que achei. Mas vamos lá.

O livro é narrado por Mariana, e então vemos ela conversando com si, coisas como para Mariana, não faz isso, deixando assim a história bem divertida, pois a própria personagem fica tentando se conter.

Os primeiros capítulos vemos a interação de Mariana antes de ir para a ilha e a sua preparação. Existe um mistério muito grande em torno da ilha, além do sexto sentido dela estar aguçado avisando para não ir, estou extremamente curiosa pra saber o que ela vai encontrar por lá.

Apesar de já saber com quem ela irá ficar pelo inicio da história, estou torcendo por outro casal, sou do contra. E o mais difícil dessa primeiras impressões foi o parar de ler para escrever, quero finalizar a leitura e trazer logo essa resenha.

Até aqui, indico a todos a leitura.

Bjus até a próxima.

Dante

Sinopse: “Dante é um homem de 27 anos, charmoso, bem humorado, mas que sofre de Transtorno Bipolar. Ele rejeita fortemente seu tratamento e abandona completamente o uso de suas medicações. Um certo dia ele conhece Angel, uma bela ruiva que irá conquistar seu coração e transformá-lo para sempre. Até que uma certa noite tudo irá mudar. Dante comete um erro terrível que pode pôr um fim, de modo definitivo no relacionamento dos dois. Será que o amor entre ele e Angel será capaz de fazê-los superar todos os problemas que o transtorno bipolar de Dante traz? Um livro que irá prender sua atenção do começo ao fim. Que lhe fará sorrir e chorar ao lado de Dante e Angel. Venha se emocionar também com a leitura desse belo romance.

Título: Dante
Autor: Tici Pontes
Ano: 2017
Editora: Editora Selída
Número de páginas: 237

Crítica: Olá Marujos, vou me aventurar a falar de um estilo literário que não tenho muito costume. Não sou de romances, caí de cabeça no primeiro de uma amiga, e gostei bastante da experiência e agora vou contar para vocês.

Dante é um romance de um rapaz com transtorno Bipolar e Angel, aquele famoso amor (ou ódio) à primeira vista, e que no caso não me incomoda, eu adoro, pra ser sincera.

Com a história, além do romance propriamente dito, vemos a interação do nosso rapaz com seu psiquiatra, seu amigo, seu pai e principalmente a sua interação interpessoal. A dificuldade que ele tem para lidar com sua doença, e a falta de aceitação em tomar os remédios.

O livro tem um toque bem pesado quando se trata da doença, da agonia de ver tudo acontecendo e não poder fazer nada, e além de tudo que já está ruim o personagem tem uma pose de coitadinho, que faz com que ele se permita a fazer tudo que dá na telha, sendo essa coisa certa ou não, afinal ele é doente e ninguém poderia julgá-lo.

Esse romance vem para abrir os olhos de Dante quanto as pessoas ao seus redor, e o que poderia ser sua salvação, não necessariamente acontece, temos grandes reviravoltas na história.

Quando tudo está dando certo e feliz, constatei que ainda faltavam 30% para finalizar a leitura e soube que algo daria errado, aquele velho pensamento “VAI DAR MERDA”, e não é que deu?? Serio que raiva, não faz isso, deixa tudo bem, merda de novo não.
Até certo ponto a história estava legal, bem romance, até acontecer certas coisas e ganhar um rumo que gente, Tici me fez chorar, sério, fiquei completamente emocionada em um determinado acontecimento. Queria tanto contar pra vocês, mas nada de spoiller.

Bom quanto as relações dos personagens, Dante tem uma relação maravilhosa com um amigo Benjamin, adoro a interações deles. As idas ao psiquiatra são tensas e marcantes, mas a interação de Dante e seu amor me deixaram meio sem lugar. Achei Angel uma pessoa forçada e fingida, não gostei da garota, achei o diálogo forçado, e que tudo aconteceu muito rápido, mas tenho certeza que é birra minha com o casal.

O fim do livro foi encerrado com chave de ouro, como eu realmente gostaria, e fiquei feliz que Angel ficou menos enjoada com o tempo, no fim consegui até aturá-la kkkkkkk.

Dante é o primeiro livro da autora, e com certeza lerei os outros da mesma, uma ótima experiência que espero que todos possam compartilhar.

Bjus, até a próxima.

FILME: Pantera Negra (Black Panther)

ATENÇÃO TEM SPOILERS. 



Sinopse: “Pantera Negra” acompanha T’Challa que, após a morte de seu pai, o Rei de Wakanda, volta pra casa para a isolada e tecnologicamente avançada nação africana para a sucessão ao trono e para ocupar o seu lugar de direito como rei. Mas, com o reaparecimento de um velho e poderoso inimigo, o valor de T’Challa como rei – e como Pantera Negra – é testado quando ele é levado a um conflito formidável que coloca o destino de Wakanda, e do mundo todo, em risco.








CRÍTICA: Lançado em 15 de fevereiro  de 2018, pelo studios Marvel, o filme conta com a direção de Ryan Coogler e mais de duas horas de duração. O longa é o primeiro filme a ter um elenco inteiramente de pessoas negras e os coadjuvantes são brancos, é o primeiro traço do filme que mostra o seu diferencial perante os outros filmes.


Um traço que a Marvel sempre tentou colocar em seus filmes foi as piadas e os momentos cômicos mas nem sempre isso funcionava em seus roteiros, no Pantera Negra, o roteiro funcionou muito bem e souberam dosar os momentos cômicos e as piadas, a personagem da Princesa Shuri, a irmã do Pantera, é uma das responsáveis por essas piadas e momentos, sempre com uma piada pronta para enaltecer a tecnologia perante o tradicionalismo do país, como na cena que o seu irmão está usando um calçado tradicional do país dentro do laboratório de tecnologia onde Shuri trabalha, a mesma faz uma piada referente a isso e aos anciões da nação. Não são piadas pejorativas ou algo similar, são doses de bom humor em um roteiro de ação. 



Outro ponto que ficar bem evidente no filme é a dicotomia de tradição vs tecnologia. Durante todo o filme é notável ver como a uma nação que é avançada tecnologicamente segue um regime tão tradicionalista, como a monarquia. Outros contrapontos são apresentados durante todo o longa, como a organização social que é um ponto tradicional, como os meios de comunicação e de defesa da nação que é um ponto tecnológico, é uma nação hibrida entre tradição e tecnologia. É um país onde as fronteiras entre o futuro e o passado são quase invisíveis.


Dentro da trama é apresentado dois vilões, o primeiro Ulysses Klaue, que representa bem o estereotipo do vilão malvado e sem escrúpulo algum. Klaue é um antigo inimigo de Wakanda e retorna no inicio do filme apenas para introduzir o real “vilão” do filme, Erik Killmonger. Na minha concepção vejo o Erik, mais como um anti-herói pois ele tem uma motivação para sua vingança e não esta fazendo aquilo por dinheiro ou qualquer motivo similar, é apenas vingar a morte de seu pai e ocupar o espaço que ele acha que é de direito. Seguindo ainda com o Erik, dentro do filme é introduzida o paradoxo de identidade, onde Wakanda não reconhecia o Erik como membro mesmo ele sendo filho de alguém da realeza, esse é o momento mais antropológico que identifiquei no filme, como alguém tem seus parentes e ancestrais em determinado território mas não pertence a ele por não nascer naquela terra? O filme abre discussão para esse ponto de forma que os questionamentos não são respondido  claramente, pois só reconhecemos a aceitação de Erik como membro de Wakanda por meio do Rei T’Challa, no momento da morte do vilão. 


A personagem de Erik ainda abriu espaço para introduzir uma discussão importante, a militarização de grupos sociais menos desfavorecidos. Após, Erik assumir o trono a principal vontade dele é enviar para todo o mundo armas de vibranuim para todos os desfavorecidos do planeta para que lutem contra seus opressores, isso mostra o quão radical é, quando movimentos sociais se apossam de armas e fazem disso a frente de batalha para defender um ideal. Nada tão distante de nossas realidades, tanto no Brasil, como no EUA, se fala em armamentos para defender os “cidadãos de bem”, mas é necessário arma-los para praticar essa defesa? A maior lição que o ser humano mostrou durante a evolução da humanidade é que a violência não é resolução plausível para nada.

E por último e não menos importante, o ponto social que irei destacar é o empoderamento feminino do filme. Requisito presente em todo o filme, desde das funções e espaços mais importantes da sociedade de Wakanda à representação de figuras maternas. O empoderamento feminino no longa  está presente em estâncias nunca imaginadas, como: o sistema monárquico, nele o exército  particular da coroa é formado por mulheres, a figura do guerreiro mais forte é uma mulher. São espaços como esses que ressalta que a mulher deve ocupar o espaço que ela desejar e não deve existe limites ou padrões que a impeçam.


Em outros termos cinematográficos, ressalto a fotografia, que fez um trabalho belíssimo nas cenas onde mostra toda a riqueza natural, paisagens magnificas, a trilha sonora que achei um trabalho esplendido  pois ressaltou diversos traços africanos. O longa não é apenas um filme de ação e aventura que vai compor um universo de super heróis é algo mais, é um forma de representar um povo, uma nação, uma raça tão “esquecida” e marginalizada pela sociedade. a humanidade tem um divida eterna com os negros e qualquer espaço que eles estão à ocupar ou ocupando hoje é seu por direito. O filme é um ato de representatividade.



FILMES: JONGENS (BOYS, GAROTOS)


ATENÇÃO CONTÉM SPOILERS 


Sinopse: Sieger, 15 anos, está treinando muito para os campeonatos nacionais de revezamento, quando conhece o intrigante e imprevisível Marc. A amizade que se desenvolve não parece fora do comum, mas Sieger secretamente guarda sentimentos mais fortes por Marc. Ele começa uma luta solitária consigo mesmo quando percebe que Marc também está apaixonado por ele. Mas sua mente está em outro lugar, pois acha cada vez mais difícil negar seus sentimentos por Marc. 













CRÍTICA: 
Filme holandês, produzido por Pieter Kuijpers, Sander Van Meurs, Iris Otten, com a direção Mischa Kamp, lançado no ano de 2014, o filme foi pensado e produzido para a tv holandesa, com uma proposta de retratar um recorde da vida de um adolescente nas suas primeiras descobertas.

Jongens, BOYS ou Garotos, sei lá qual seja o nome (kkkk), vem com uma postura que a maioria dos filmes de cunho homossexual não tem, pois trata-se de um filme que não possui a pegada e nem muito menos o caráter de um filme que aborte a questão do ativismo, trata-se de um filme que retrata como um adolescente está no processo de descoberta da sua sexualidade, tudo isso tratado com uma leveza e sutileza que falta em muito filmes de grande portes, e antes que me esqueça é uma PRODUÇÃO INDEPEDENTE.


Sieger é o pilar que sustenta sua frágil família. O irmão mais velho não consegue um emprego fixo e está mais preocupado com sua moto do que com o próprio futuro. E o pai passa a maior parte do tempo em casa, sem saber como lidar com os dois e nem com os seus dias. A situação deles se complicou após a morte da mãe, vítima de câncer, e cada um tenta ao seu modo seguir em frente. Um se rebelando, outro se fragilizando. E o caçula, que a princípio deveria seguir os demais, acaba sendo o porto seguro entre eles. 


A principio o jovem parece ter tudo resolvido na vida. Tem um melhor amigo, tem varias garotas ao seu redor, é popular na escola e ainda é campeão no time de atletismo. Os treinos e os momentos com os amigos acabam funcionando de outra forma em Sieger, pois se cria uma tesão, a tesão de ser o melhor amigo, o melhor corredor, o melhor em tudo. Essa tesão ou desconforto só é perceptível aos olhos de quem o observar com cuidado, algo que Marc faz. A ligação entre eles dois se dá de maneira muito tranquila, sem atropelos, sem afobação. É a irmã menor do outro que o abraça sem ressalvas, é uma ida ao rio, um toque de mãos ao acaso, um beijo que surge naturalmente. E quando percebem, um já precisa do outro com tanta intensidade como se nunca estivessem estado separados.



O filme conta com uma fotografia belíssima, são vários closes nos atores e nas paisagens que montam as cenas que é algo realmente surreal e tudo isso acompanhada de uma trilha sonora fantástica. São meros 78 minutos, mas um trabalho de direção e roteiro maravilhoso, que em certos momentos não parece ser uma produção independente, e tudo isso para construir a relação dos dois protagonistas e possibilitar a concretização deste afeto inesperado que surge entre eles.  Não é um conto de fadas, com tudo em uma visão de cor-de-rosa, há dificuldades, barreiras e problemas a serem superadas, mas estas são vencidas por uma certeza de do que se quer e do quer se é, que apenas atitudes como essas o amadurecimento nos proporciona. O filme se mostra maduro e sensível para retratar de maneira tão singular e carinhosa o que muitas das vezes o que é uma experiência dolorosa, a descoberta da sexualidade.

P.S.: É antes que esqueça o final do filme foge do padrão da maiorias dos filmes de cunho homossexual, o casal fica junto no final. 



Trocadas


E se sua vida mudasse por conta de apenas quatro dias, se nesses dias você vivesse a vida de outra pessoa, e se conhecesse o amor da sua vida, tudo ao mesmo tempo? E se suas atitudes atrapalhassem a vida da pessoa que você está vivendo? E se você modificasse a vida dela por completo? Você tentaria consertar tudo? Juliana e Gabriela vivem quatro dias que modificam sua vida completamente, apesar de todos os sufocos descobriram que era necessário, e que agora tudo que modificou foi por um motivo.








Título: Trocadas
Autor: Rafaella Viegas
Ano: 2018
Editora: Amazon
Número de páginas: 19
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     Olá gente bonita!!!! Como andam todos vocês???? Hoje estou muito feliz e até um pouco receosa com a responsabilidade, pois vou resenhar um livro de uma pessoa, que após um certo tempo de convívio e trabalho juntas já considero uma amiga. E para começar, já posso dizer que amei o conto e para mim essa história poderia ter muitas páginas, pois é incrível e deixou um gostinho de quero mais. 

     O conto conta a história da Juliana e da Gabriela. A primeira uma estudante de Letras apaixonada por dar aulas à crianças. E a segunda uma estagiária de jornalismo com o sonho de virar âncora de um jornal. As duas possuem um colar em formato de meia lua que muda de cor de acordo com a estação, e um dia ao se esbarrarem na rua trocam as bijuterias, aí o mais inesperado acontece, de repente a Juliana acorda em um quarto estranho com um garoto extremamente lindo ao seu lado, ao se olhar no espelho percebe que o reflexo não é exatamente o que esperava.


"Não sei o que falar para ele, essa não sou eu, como dizer isso??? Eu não sei quem eu sou, e um desespero me preenche, digo que estou me sentindo mau e peço a ele para sair da minha casa, ele me olha com a cara de quem não está entendendo nada e fala:- Essa é a minha casa, o que você bebeu ontem Gabi???"


     Não posso contar muito mais para vocês, não quero estragar o prazer de ir desvendando todas as estrelinhas dessa narrativa, só posso dizer que me apaixonei pelas personagens e que apesar delas serem muito diferentes uma da outra, consegui enxergar um pouquinho da minha personalidade em cada uma, apesar de me identificar muito mais com a Juliana.

     Esse conto consegue misturar fantasia com romance e deixa a gente roendo as unhas para que tudo termine bem, e quando termina.... a gente fica com vontade de ler muito mais, em poucas páginas a Rafa consegue convencer a gente sobre a paixão dos personagens, mesmo existindo um amor a primeira vista (o que normalmente não me convence), e a gente sofre com elas quando as coisas dão errado.

     Hoje fiquei muito feliz de saber que a Rafa vai conseguir publicar em edição física o seu conto, se alguém tiver interesse deixa um comentário aqui no blog, tenho certeza que não vai se arrepender. E apesar dessa ser uma resenha bem curtinha, escrevi de todo o coração, e espero mesmo que esse conto possa ser lido e que encante muito mais pessoas assim como me encantou.

     Beijos e boa noite gente.... até semana que vêm com uma nova resenha....